Como fazer um Plano de Desenvolvimento Individual


Após processos de Avaliação de Desempenho, é comum líderes criarem Planos de Desenvolvimento Individual (PDI) para seus liderados.

O líder precisa direcionar em quais habilidades ou comportamentos o liderado precisa se desenvolver, mas o liderado precisa querer se desenvolver nesses pontos. O PDI é um combinado entre líder e liderado, mas o dono do PDI tem que ser o liderado.

O segundo ponto é que em geral pensamos que um liderado deve ler um livro ou fazer um curso. Essa é apenas uma das formas de aprendizado e em geral a menos efetiva. Sempre estruturei PDIs no modelo 70-20-10:

  • 70% do aprendizado ocorre no dia-a-dia do trabalho (on the job), assumindo responsabilidade sobre alguns itens: para uma pessoa desenvolvedora pode ser ter mais interação com stakeholders ou melhorar o processo de deploy do time. Para uma liderança pode ser tomar a frente de algum projeto ou reunião. Para qualquer pessoa pode ser fazer uma apresentação em um evento ou organizar Tech Talks ou criar um blog da empresa ou participar de um projeto cross áreas. Existem muitas oportunidades de aprendizado e desenvolvimento ao nosso redor.
  • 20% do aprendizado ocorre socialmente, isto é, com outras pessoas: aqui podem ser sessões de mentoria com pessoas dentro ou fora da empresa. Para lideranças em desenvolvimento, é ótimo contar com o apoio de líderes que já trilharam esse caminho e estão alguns passos a frente nessa jornada. Para pessoas muito técnicas que precisam aprender mais sobe o negócio, que tal se comprometer com um almoço ou reunião 1-on-1 por mês com uma pessoa de Marketing, Vendas, CS ou Financeiro?
  • 10% do aprendizado é teórico: aqui sim entram os cursos e livros, que têm sim seu valor, e representam 10% do aprendizado, mas não 100%.

Por fim, é comum criar um PDI no começo do semestre e só lembrar dele no final do semestre. Use uma 1-on-1 por mês para fazer um checkpoint de como o PDI está avançando e você estará em um bom caminho!

Leo Andreucci - CTO Mentor

Ex-VP Engineering @ Creditas ($4.8B). 20+ years building and scaling tech teams. Today, I help CTOs make better decisions.

Read more from Leo Andreucci - CTO Mentor

Durante los últimos meses construí un proyecto personal usando Claude como mi principal herramienta de desarrollo. La idea parecía simple: Crear una quiniela del Mundial donde los participantes hacen todos sus pronósticos antes de que empiece el torneo, como hacíamos en Excel hasta hace poco. El software estuvo listo mucho más rápido de lo que imaginaba. Pero lo más interesante fueron los aprendizajes a lo largo del camino. Algunos de ellos: Los tests son obligatorios. En un momento decidí...

Nos últimos meses construí um projeto pessoal usando Claude como principal ferramenta de desenvolvimento. A ideia parecia simples: Criar um bolão da Copa do Mundo onde os participantes fazem todos os palpites antes do torneio começar, como fazíamos em excel até pouco tempo atrás. O software ficou pronto muito mais rápido do que eu imaginava. Mas o mais interessante foram os aprendizados ao longo do caminho. Alguns deles: Testes são obrigatórios. Em um momento eu decidi que iria ler todos os...

Uma ideia muito forte do Uncle Bob sobre IA: “Sem restrições, os agentes fazem qualquer coisa.” Por isso ele insiste muito na criação de “physical barriers”. Ou seja: mecanismos concretos que limitam o que a IA pode fazer dentro do sistema. O checklist que ele sugere é interessante: unit tests com cobertura extremamente alta (os agentes usam os testes para entender o comportamento esperado do sistema) acceptance tests escritos em Gherkin/BDD (testes legíveis por humanos funcionando como...