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Recebi 2 comentários relevantes sobre o post de ontem que valem uma continuação. O Eduardo adicionou uma ótima dica prática: Uma dica que sempre me ajudou muito foi pedir para o interlocutor me explicar de volta o que entendeu e qual a ação esperada. Qualquer desvio do que foi comunicado já pode ser corrigido de imediato. A Eli comentou: Adicionaria um passo entre o "entendeu" e "tomou ação", que é o "concordou", ou pelo menos aceitou. E se o ouvinte não concordou, é também trabalho do líder se comunicar melhor e de forma mais convincente - ou ajustar a sua opinião, se o interlocutor tiver razão nos seus questionamentos. Concordo bastante que ser convincente e persuasivo é um skill importante de comunicação. Para isso, você precisa conseguir expor suas ideias de forma clara e objetiva e ter um bom conhecimento sobre o assunto em questão. Porém, se você não tiver um bom conhecimento sobre o assunto, a melhor linha de ação é reconhecer que não sabe. Nada pior que um líder tentando convencer pessoas sobre um assunto que claramente não domina. Essa é a hora para ser transparente e não convincente. "Eu não sei" é uma frase poderosa, libertadora até. Agora que isso está claro pra todos, o que vamos fazer a respeito? Tem alguém na empresa que saiba? O líder ou alguém da equipe vai estudar e se aprofundar no assunto? Vamos contratar alguém que saiba? Vamos contratar uma consultoria externa? Eu acredito que um líder não precisa ter todas as respostas. Se fosse assim, sua equipe teria um limite máximo claro, que é o conhecimento do líder. Em um mundo de informação abundante e Gen AI, isso não faz o menor sentido. Dizer "eu não sei" é um sinal de força e autoconfiança e não de fraqueza. |
Ex-VP Engineering @ Creditas ($4.8B). 20+ years building and scaling tech teams. Today, I help CTOs make better decisions.
Durante los últimos meses construí un proyecto personal usando Claude como mi principal herramienta de desarrollo. La idea parecía simple: Crear una quiniela del Mundial donde los participantes hacen todos sus pronósticos antes de que empiece el torneo, como hacíamos en Excel hasta hace poco. El software estuvo listo mucho más rápido de lo que imaginaba. Pero lo más interesante fueron los aprendizajes a lo largo del camino. Algunos de ellos: Los tests son obligatorios. En un momento decidí...
Nos últimos meses construí um projeto pessoal usando Claude como principal ferramenta de desenvolvimento. A ideia parecia simples: Criar um bolão da Copa do Mundo onde os participantes fazem todos os palpites antes do torneio começar, como fazíamos em excel até pouco tempo atrás. O software ficou pronto muito mais rápido do que eu imaginava. Mas o mais interessante foram os aprendizados ao longo do caminho. Alguns deles: Testes são obrigatórios. Em um momento eu decidi que iria ler todos os...
Uma ideia muito forte do Uncle Bob sobre IA: “Sem restrições, os agentes fazem qualquer coisa.” Por isso ele insiste muito na criação de “physical barriers”. Ou seja: mecanismos concretos que limitam o que a IA pode fazer dentro do sistema. O checklist que ele sugere é interessante: unit tests com cobertura extremamente alta (os agentes usam os testes para entender o comportamento esperado do sistema) acceptance tests escritos em Gherkin/BDD (testes legíveis por humanos funcionando como...