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Recebi 2 comentários relevantes sobre o post de ontem que valem uma continuação. O Eduardo adicionou uma ótima dica prática: Uma dica que sempre me ajudou muito foi pedir para o interlocutor me explicar de volta o que entendeu e qual a ação esperada. Qualquer desvio do que foi comunicado já pode ser corrigido de imediato. A Eli comentou: Adicionaria um passo entre o "entendeu" e "tomou ação", que é o "concordou", ou pelo menos aceitou. E se o ouvinte não concordou, é também trabalho do líder se comunicar melhor e de forma mais convincente - ou ajustar a sua opinião, se o interlocutor tiver razão nos seus questionamentos. Concordo bastante que ser convincente e persuasivo é um skill importante de comunicação. Para isso, você precisa conseguir expor suas ideias de forma clara e objetiva e ter um bom conhecimento sobre o assunto em questão. Porém, se você não tiver um bom conhecimento sobre o assunto, a melhor linha de ação é reconhecer que não sabe. Nada pior que um líder tentando convencer pessoas sobre um assunto que claramente não domina. Essa é a hora para ser transparente e não convincente. "Eu não sei" é uma frase poderosa, libertadora até. Agora que isso está claro pra todos, o que vamos fazer a respeito? Tem alguém na empresa que saiba? O líder ou alguém da equipe vai estudar e se aprofundar no assunto? Vamos contratar alguém que saiba? Vamos contratar uma consultoria externa? Eu acredito que um líder não precisa ter todas as respostas. Se fosse assim, sua equipe teria um limite máximo claro, que é o conhecimento do líder. Em um mundo de informação abundante e Gen AI, isso não faz o menor sentido. Dizer "eu não sei" é um sinal de força e autoconfiança e não de fraqueza. |
About me: I have been working in startups since 2004. I spent 10 years at Apontador/MapLink and was part of Creditas (fintech last valued at $4.8bi) from its early days. Initially, as an Advisor, I hired the first software engineers for Creditas. As the business developed, I joined the project full-time as VP. I scaled the technology team to 150 people and later led international expansion and new product initiatives. I left in 2022 and, after a sabbatical, started working as an independent consultant in 2023.
He visto una variación muy grande en el nivel de uso de IA para escribir código en equipos de Tecnología. Por un lado, equipos maduros utilizando múltiples agentes. Por otro, equipos que todavía usan apenas un tímido autocomplete mejorado, cuando mucho. Este texto es un llamado para el segundo grupo. Probablemente estás escéptico en cuanto a la calidad del código generado por IA, si va a entender todo el contexto de tu proyecto y si ese código te va a generar problemas en el futuro. Son...
Boas-vindas às 73 novas assinantes dessa newsletter! Tenho visto uma variação muito grande no nível de utilização de IA para escrever código em times de Tecnologia. Por um lado, times maduros utilizando múltiplos agentes. Por outro, times ainda usando apenas um tímido autocomplete melhorado, quando muito. Esse texto é um chamado para o segundo grupo. Você provavelmente está cético quando à qualidade do código gerado por IA, se ela vai entender todo o contexto do seu projeto e se esse código...
He visto muchas empresas con fricción entre las áreas de Producto y CS, generalmente causada por la distancia y la falta de alineación. Aunque es algo comprensible, esa fricción no debería existir, porque en el fondo ambos equipos tienen la misma misión: asegurar que el producto resuelva un problema real del cliente con una excelente experiencia. Aquí van algunas sugerencias para mejorar esa dinámica: En la Definition of Done (DoD) del equipo de desarrollo, hay algún punto que mencione la...